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Ainda hoje, em locais cada vez mais raros, existem as balsas, também chamadas de barcas em algumas regiões. Se atualmente a presença delas já é incomum, há décadas, quando pouquíssimas pontes haviam sido construídas, a travessia por balsas era algo corriqueiro em rios como o Rio Uruguai, o Rio Paraná e, no caso da imagem acima, o Rio Piquiri.
Algumas balsas eram movidas a motor, utilizando pequenos barcos chamados rebocadores, que ficavam posicionados em suas laterais. Em outros casos, geralmente em rios menores, a balsa era movida por tração humana: pedaços de madeira com furos, onde se encaixava o cabo de aço guia, eram puxados à força de braço.
Essas balsas, muitas vezes, eram construídas de forma bastante artesanal e contavam com o mínimo de segurança. Ainda assim, transportavam desde carros de pequeno porte até caminhões carregados com mudanças. Foram fundamentais para o progresso, pois literalmente transpunham barreiras naturais que, até então, eram impossíveis de atravessar sem esse tipo de estrutura. Além disso, também geravam emprego e renda para muitas famílias.
As imagens desta publicação pertencem ao acervo da Família Zanato, e a recuperação digital foi realizada por Jaciano Eccher. Não se sabe ao certo onde essa balsa estava localizada, apenas que operava no Rio Piquiri.
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